sexta-feira, 26 de junho de 2009

Te
Procurei em cantos nunca existidos
Te liguei
E somente o silencio me veio como resposta
Gritei
Seu nome
E você não me ouviu
As cores difusas já me chegam
Como num respirar
Em teias
Nunca
Traçadas
Fechei os olhos
E no escuro de minha alma
Te toquei
PALAVRAS
PALAVRAS
PALAVRAS


DE TANTO TÊ-LAS
ME
PERDIR
EM SUA LETRAS
A PROCURA DE ESAURIR
A REAL
REALIDADE
DO
SIGNIFICADO
DAS ENTRELINHAS
PROCURAR
A
PROCURA
DE UM CAMINHO
SEM SABER
O LADO

EM
QUE
AVESSO
DO DIREITO
ESTA CORRETA ESTA BUSCA

PROCURO CORRENDO
PROCURO PARADO
SEM NADA ENTENDER
DA COMPREENÇÃO
POSTA

PROCURO CORRENDO
PROCURO PARADO
DE
DENTRO E FORA DO EIXO
DETERMINADO

QUANTAS
VEZES SE PERDEM
DENTRO DAS QUESTÕES
COLOCADAS

NÃO QUERO
OUVIR
NÃO QUERO MAIS VER

.......

QUERO SENTIR

POIS PERDI
OS MEUS ANSEIOS
PERDI MEU PALADAR

ENTÃO
O
QUE
PROCURAR?????
SAUDADES
.......
AHHHH
.......
SAUDADES
........


ONDE ME LEVA
ESTA BELA
E
DOCE PALAVRA
QUE EM LUGAR ALGUM SE ENCONTRA
E
QUE EM MEUS
SONHOS SE PERDEM
NA AURORA QUE NASCE
DEIXANDO
NOS SONHOS
O
GOSTO SUAVE
DE SEU PERFUME


SAUDADES
QUE LÉGUAS
SEPARAM
TRAZENDO
UMA
DOR QUE NÃO SE ACABA
SEM PALAVRAS
SÓ LEMBRANCAS
DO
SENTIMENTO QUE SE PEDE
NO TEMPO
QUE SE PERDE
BEIJARIA-TE
BEIJARIA-TE
BEIJARIA-TE
EM
MEUS
PRANTOS
QUE
DE
LONGE
CHEGA A SAUDADE

BEIJARIA-TE
BEIJARIA-TE
POR INTEIRA
ADMIRANDO
A CADA CONTORNO TEU
QUE NA SAUDADE
QUE
ARRANCA DO PEITO
VELOZMENTE
A BRANDURA DE TUA VOZ

AFAGARTE-IA
EM MEUS BRAÇOS
NA QUEIMA DE MEU CALOR
ONDE OS OLHOS
QUE
CEGARAM-ME
DEIXA O PERFUME
DE UM SONHO
E ME CALAM
EM MEUS SONHOS

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sigo os passos que não encontro
Sigo os passos que não procuro
Sigo os passos que os meus perderam
Sigo os passos que não me deram
Sigo os passos criados
Sigo... somente sigo
E já não penso mais
Em tc vc chegou
Em um olhar e um sorriso me paralisou
Em um café vc me encantou
Em um caminhar me fez sentir a leveza q a muito nao sentia
Em um bar se deixou levar
Em tc não te encontrei
Em mensagens me deixou perdida
Agora olho para o urb
que me devora
na busca
de
nunca
te encontrar
Então ele acorda e sem pensar se deixa levar aos encantos da multidão, sem perceber já o vicio lhe cobria ao som que nem ele mesmo sabia dizer.
A mascara caia e ao seus pés quebrava na suave lentidão e a dor da nudez lhe fazia adormecer sem que a culpa de não ser o ser.
E a multidão apontava, aplaudia, acolhia, ria o que não entendia
Parágrafos soltos, com palavras perdidas, em que tantas pessoas se perdem somente por não falarem aos sons desejados. Dizer adeus, dizer ola seria somente uma questão de tempo, para o desabafar do amor encontrado e perdido, pedindo um retornar dos caminhos nunca encontrados na malha retorcida do urb que devora mentes e alma, num simples sorriso da manha que se espreguiça.